quarta-feira, 13 de março de 2013

TDT - uma tecnologia fantástica com o sinal esmagado…. a negociata!


TDT, corria o ano de 2011 quando é lançada grande campanha de (des)informação ao público sobre a implementação da TDT em Portugal (TDT teve inicio em 2009). Se bem me lembro, já nessa altura vozes se levantaram indicando que não passava de uma “negociata” entre o Governo Português e um grupo Privado. Algo que pensei na altura, que até poderia ter algo alguma razão de ser, mas que seria mais ruido do que verdade. Pela definição de TDT publicada em várias palestras a coisa até prometia …
“Em termos de vantagens para o utilizador final, tem-se uma maior qualidade de imagem e áudio face ao sinal analógico, tendo acesso a uma rede de alta definição (HD) e a som Dolby Digital 5.1. Outros extras como o EPG (guia electrónico de programação), a Pausa TV e outros serviços interactivos também fazem parte deste pacote. Numa rede TDT, tipicamente faz-se a ocupação de um canal em 8MHz. Com o sinal analógico a gestão do espectro de frequências é complicada, mas com a TDT é possível transportar nesse mesmo canal 6 a 7 canais de TV em SD (standard definition) ou 3 canais em HD (high definition), atingindo-se assim um grande ganho na ocupação do espectro. Depois do apagão do sinal analógico a TDT ocupará uma pequena fracção do espectro anteriormente ocupado pelo sinal analógico.” (in http://pplware.sapo.pt/informacao/palestra-implementacao-da-rede-tdt-em-portugal)

No entanto acredito que a tecnologia existente melhoraria o sinal existente e a qualidade de imagem do passado daria um salto qualitativo. No entanto não foi isso que aconteceu, neste momento temos muitas zonas do País que tem um serviço deficiente e intermitente, não estou a identificar zonas periféricas, mas de zonas próximas de grandes centros. Logo só posso concluir que esse mau sinal é propositado. Pelo menos duas razões estão associadas a este facto. Uma das razões é a venda da frequência que era utilizada um privado para ser usada no 4G, dai a trapalhada no lançamento da TDT sem que fossem garantidas as devidas coberturas, outra (s) a “tal” falada negociata com os privados para aumento do número de clientes pagos. Estas negociatas foram (e se calhar ainda são), algo muito comum nos últimos anos onde entidades públicas e privadas unicamente serviram para promover negócios cuja rentabilidade e propósito é/eram muito duvidosos. BCP; Caixa; PT, entre muitos outros promoveram negócios e pessoas aos serviço dos políticos e das politicas que não visavam o bem comum (um dos propósitos do Estado). Hoje, essas empresas ainda “sangram” com imparidades que as destroem e destroem a Economia. Voltando à TDT, deviam os utilizadores lesados pedir a suspensão da taxa audiovisual existente na factura da energia elétrica, pois pagam um serviço cuja prestação não é possível (de fora desta observação ficam as pessoas, nas quais eu me incluo-o, a quem este serviço não é prestado por opção). TDT uma tecnologia fantástica com o sinal esmagado para que ……

domingo, 17 de fevereiro de 2013

Atirei-a fora, ou então, meti-a no seu real….caixote do lixo! A coerência "deles"…


Com o avançar da minha experiência (forma polida de escrever que já levo uns anos) sou confrontado com novas situações e novas leis, que muitas das vezes não compreendo. Sei que estamos numa fase de mudança e que existe sempre resistência à mudança, mas quando vemos políticas que não são coerentes, quando o são, parece sempre que existe algo na manga, algo vai mesmo muito mal. Os governantes do nosso País lutam contra a corrupção de uma forma demagógica e quando tem oportunidade de realmente legislar leis que a previnem, deixam tudo em “águas de bacalhau”. Para mim não seria necessário legislar, pois se o nosso sistema fiscal é um sistema fechado, o deve e o haver é sempre possível de justificar, logo deveria ser fácil detectar rendimentos injustificáveis, se são injustificáveis cabe ao contribuinte os justificar. No entanto não é isso que vemos, temos pessoas em cargos públicos e privados que não conseguem justificar os seus rendimentos e nada acontece. Os políticos por exemplo, são obrigados a declarar os seus bens, rendimentos para poderem exercer, não o fazem, e continuam a exercer. Deviam obedecer às regras de qualquer outra candidatura, falta esta declaração, logo não é candidato, mais para mais porque até foram exactamente “eles” que definiram esta regra. Por outro lado (se calhar com algum ruído jornalístico) agora se um contribuinte não tiver a factura do objecto que comprou é multado!? Sou a favor da factura  mas parece um exagero, como não somos obrigados a ficar com ela, se for abordado direi, atirei-a fora, ou então, meti-a no seu real….caixote do lixo. Para o povo (ao qual a maioria dos políticos ainda não se apercebeu que também faz parte) tudo é exigido, as regras são para ser cumpridas e desleixo ou esquecimento são severamente punidos, já para outros…. No dia em que os nossos legisladores criem leis coerentes, aplicáveis a todos da mesma forma e que eles próprios as cumpram não seriam necessária metade das leis. Se os políticos e as políticas fossem minimamente coerentes (já nem peço muito mais) todos as seguiríamos de bom grado, pois….regras são necessárias, mas exactamente isso, regras, não declarações de intenções para alguns e lei para outros…  

sexta-feira, 1 de fevereiro de 2013

Ai aguenta, aguenta por Fernando Ulrich, hã.!?


Cá está uma frase, que não trás nada de novo, não fosse ela dita por quem foi. Não é a primeira vez que o Sr. Fernando Ulrich faz comentários sobre a situação de Portugal e tece comentários como este, a minha mente incrédula pensou…bem… algo está mal aqui, sempre pensei que os banqueiros Portugueses eram pessoas cuidadas e inteligentes, mas não, denoto que estava enganado. Então ora vejamos, o Sr. Ulrich passa a vida a apregoar que os Portugueses têm de aguentar, mas…ele não aguentou, teve de pedir ajuda ao Estado. Então como é Sr. Ulrich algo aqui não está bem, aguenta ou não? Os Bancos que não fazem nada pela Economia e só especulam para ter lucros não aguentam? Só ganham dinheiro com dívidas públicas e empréstimos bancários de habitação (que são especulados para aumentar as margens) e em nada apostam no investimento e empreendedorismo, vem com estas balelas, sim são balelas, tanto eu como ele sabemos que ele nunca irá ser um sem-abrigo. Ambos sabemos que ele não tem qualquer noção do que é a austeridade ou pobreza, austeridade é fome, não é gastar menos 100 ou 200 mil euros anos. Este tipo de atitude só denota falta de inteligência e arrogância, ao se comparar ao comum dos Portugueses e à jornalista com quem mantinha um diálogo. A restante comissão do Banco a que preside devia multa-lo e cortar-lhe o bónus por burrice. Por favor Sr. Ulrich fique calado, é um bem que faz a si, ao Banco, e a nós Portugueses que o temos de ouvir, demonstre carácter e inteligência em concordância com o cargo que ocupa! 

quarta-feira, 30 de janeiro de 2013

Garrett Mcnamara, Big Waves na Nazaré



A grande onda da Nazaré, nos últimos dias, esta é novamente a grande noticia que a imprensa nos traz a todo momento. É um grande exemplo de aproveitamento de um fenómeno conhecido como o “canhão da Nazaré provocado pelo desfiladeiro submarino de origem tectónica situado ao largo da costa da Nazaré, o Canhão de Nazaré também funciona como um polarizador de ondulações. As ondas conseguem viajar a uma velocidade muito maior pela falha geológica, chegando na costa praticamente sem dissipação de energia (wikipédia).” É bom ver Portugal nas notícias do mundo por estes motivos, espero que toda esta atenção seja capitalizada para promover o turismo e o nome de Portugal, este evento e esta onda é promoção gratuita que bem capitalizada pode extravasar o mundo do surf ou do turismo Português. Garret Mcnamara promoveu Portugal nestes 2 últimos anos como poucos, se eu fosse Presidente da Republica condecorava-o, pela coragem e pelo apoio e visibilidade dada a Portugal e a esta região. A fotografia tirada por Tó Mané é um excelente exemplo do que acabei de descrever, se por um lado temos o “estrangeiro” a “cavalgar” a nossa onda, no outro, temos os populares que o observam numa construção típica da zona. Todos os pontos de interesse estão lá, A onda O Povo e As Paisagens Portuguesas. Para além de documentar o momento, esta foto, é muito mais abrange, é uma foto que fala!

segunda-feira, 31 de dezembro de 2012

2013, um ano novo.

2013 por muitas razões vai ser um ano diferente, todos os anos temos sempre a mesma historia (que eu verdadeiramente, nunca abracei), vou deixar de fumar, vou começar a fazer exercício, vou mudar de casa, vou casar, vou divorciar-me etc. Tenho sempre a sensação que essas resoluções só são ditas por quem verdadeiramente não quer mudar coisa alguma, pois qualquer altura é uma boa altura para mudanças (falo eu, que gosto pouco de mudanças radicais). A grande diferença é que na passagem de 2012 para 2013 penso que não vamos ouvir muitos saudosismos de 2012 e pelo que se avizinha 2013 também não vai ser melhor. Quando, como me aconteceu há uns dias, vejo um senhor que me conhece desde pequenino e ao cumprimentar o meu Pai diz….”então rapaz como andas, estás empregado?”, não se pode augurar nada de bom.


Esta é a principal preocupação, o que demonstra que algo que no passado era a excepção (desemprego), hoje é algo que já não o é, no passado alguém que estava desempregado era porque não queria trabalhar (pensavam os mais distraídos). Uma geração que foi considerada como sendo uma geração rasca, está neste momento a lutar para sobreviver, quem os apelidava de rascas (exceptuando os políticos que tem o seu caminho traçado e perpetuam a sua “linhagem” numa redoma) está neste momento a braços com os mesmos dilemas, as mesmas dificuldades. Por tudo isto espero que 2013 não seja só mais um ano, mas um ano que nos tornaremos mais responsáveis e que critiquemos aqueles que indigitamos para nos governarem em nosso nome.

Temos de parar de “comer” aquilo que a televisão e a restante comunicação social nos vendem, sem se fazer qualquer crítica. Vemos uma notícia e perpetuamos a mensagem sem fazermos uma crítica, somos nós também o veículo dessa mensagem errónea. Se a mensagem vem do nosso “clube”, “Partido” (para quem os tem) está tudo bem, nem pensamos muito qual é a lógica  notem que todos somos fazedores de ideias e os que são pagos para o fazerem tem quase sempre “agendas escondidas” pelo que devemos usar a nossa cabeça para pensar, às vezes dá jeito.

Penso que não vai ser um ano fácil, mas teremos de tentar fazer com que seja o menos difícil possível…… Trabalhem muito, divirtam-se outro tanto.

(Fiquei com uma sensação que acabei de pedir uma resolução para 2013)


domingo, 25 de novembro de 2012

Subvenções vitalícias os verdadeiros,


Novamente um tema que nos é querido e muito polémico, falamos dos políticos que “aparecem na televisão” mas essa não é a maior realidade, existem muitos mais por esse País foram, basta recordar aos mais distraídos que eram necessários só 12 anos para garantir a reforma (até uma altura que Eng. (bacharel) Sócrates acabou com esta lei após garantir a reforma para si mesmo) e temos “Democracia” há 38 anos. Estes 12 anos fazem com que muitos Ministros; Presidentes; Presidentes de camara e vereadores tenham “direito” a estas subvenções. Hora aqui vem a minha opinião, então mas faz algum sentido este “direito”, a quem o possui fará mas ao restante povo de certeza que não. Este “direito” é tão mais ridículo que é assinado e garantido pelas mesmas pessoas que dele beneficiam. No entanto o titulo deste Post trata dos verdadeiros, sim aquelas pessoas que por infortúnio à nascença ou durante a sua vida devem ter este direito a uma subvenção. Nos últimos tempos e devido ao fraco crescimento económico, alteração da demografia, aumento do desemprego etc...estes tem sofrido cortes, enquanto das subvenções politicas se mantêm (este mantêm é existem e não se mantêm sem cortes). Para mim não faz qualquer sentido (as subvenções politicas) acho que sim, devem ter direito à reforma da política mas só quando verdadeiramente se reformarem (aos 65 ou menos com as devidas penalizações) como os demais! Não me venham dizer que não tem expressão, não acredito, se cortam nos “desgraçados”, que não tem outros meios é de acabar com um LUXO QUE NUNCA DEVIA TER EXISTIDO È RIDICULO E NÂO È DEMOCRATICO È PARA UMA ELITE QUE DE ELITE A MAIORIA TEM MUITO POUCO!

domingo, 11 de novembro de 2012

O risco de pensarmos que somos maiores que as instituições que representamos.

Este erro é tanto maior, quanto maior é uma instituição, vejamos o exemplo dos Países onde muitas vezes os seus dirigentes se tentam “substituir” ao País (por exemplo ao falarmos de José Eduardo dos Santos pensamos em Angola, Kadhafi e pensamos na Líbia, Putin Rússia e por ai adiante). Todos eles cometem um erro, ignorar a história, sempre que uma pessoa se tenta-se substituir a um País e ao seu povo o seu fim será tão mais trágico quanto seu comportamento para chegar ao comando e se manter no ativo. Sim, escrevo ativo, porque todos eles terão um fim, quanto mais não seja porque biologicamente o corpo a isso nos obriga, ficaremos mais frágeis e assim há de alguém aproveitar para fazer a mudança. Um bom exemplo é a Rainha de Inglaterra, esta representa sempre o País e nunca a Rainha mantêm-se no poder e ai ficará enquanto se comportar desta maneira (ela ou outro monarca da sua linhagem)! Os dirigentes, prefiro eu pensar que por descuido, colocam as instituições em risco, pensem na Sra. Isabel Jonet que ao proferir as barbaridades que proferiu colocou a instituição em risco e todo um projeto (embora ache que tem feito um excelente trabalho), as redes sociais promovem bestas ou “trituram” um bom trabalho, com base em pequenos feitos ou deslizes. É por pensar que as instituições são maiores do que as pessoas que as dirigem vou continuar doar para o banco alimentar tal como o tenho feito até agora! Dirigentes recordem-se sempre que ao servir os princípios de um povo ou as regras e objetivos de uma determinada Instituição fazem com que esta se torne mais forte e dai se tirem mais dividendos (sejam eles monetários ou outros, para o próprio ou para terceiros). Sempre que alguém se serve de um País ou instituição tem sempre o mesmo fim, enfraquece a instituição e enfraquecesse a si próprio, a historia acabara por os julgar se os tribunais não o fizerem.