A grande onda da Nazaré, nos últimos
dias, esta é novamente a grande noticia que a imprensa nos traz a todo momento.
É um grande exemplo de aproveitamento de um fenómeno conhecido como o “canhão
da Nazaré provocado pelo
desfiladeiro submarino de origem tectónica situado ao largo da costa da
Nazaré, o Canhão de Nazaré também funciona como um
polarizador de ondulações. As ondas conseguem viajar a uma velocidade
muito maior pela falha geológica, chegando na costa praticamente sem dissipação
de energia (wikipédia).”
É bom ver Portugal nas notícias do mundo
por estes motivos, espero que toda esta atenção seja capitalizada para promover o turismo e o nome de Portugal, este
evento e esta onda é promoção gratuita
que bem capitalizada pode extravasar o mundo do surf ou do turismo Português.
Garret Mcnamara promoveu Portugal nestes
2 últimos anos como poucos, se eu fosse Presidente da Republica
condecorava-o, pela coragem e pelo apoio e visibilidade dada a Portugal e a
esta região. A fotografia tirada por Tó Mané é um excelente exemplo do que
acabei de descrever, se por um lado temos
o “estrangeiro” a “cavalgar” a nossa onda, no outro, temos os populares que o
observam numa construção típica da zona. Todos os pontos de interesse estão
lá, A onda O Povo e As Paisagens Portuguesas.
Para além de documentar o momento, esta foto, é muito mais abrange, é uma foto
que fala!
quarta-feira, 30 de janeiro de 2013
segunda-feira, 31 de dezembro de 2012
2013, um ano novo.
2013 por muitas razões vai ser um ano diferente, todos os anos temos sempre a mesma historia (que eu verdadeiramente, nunca abracei), vou deixar de fumar, vou começar a fazer exercício, vou mudar de casa, vou casar, vou divorciar-me etc. Tenho sempre a sensação que essas resoluções só são ditas por quem verdadeiramente não quer mudar coisa alguma, pois qualquer altura é uma boa altura para mudanças (falo eu, que gosto pouco de mudanças radicais). A grande diferença é que na passagem de 2012 para 2013 penso que não vamos ouvir muitos saudosismos de 2012 e pelo que se avizinha 2013 também não vai ser melhor. Quando, como me aconteceu há uns dias, vejo um senhor que me conhece desde pequenino e ao cumprimentar o meu Pai diz….”então rapaz como andas, estás empregado?”, não se pode augurar nada de bom.
Esta é a principal preocupação, o que demonstra que algo que no passado era a excepção (desemprego), hoje é algo que já não o é, no passado alguém que estava desempregado era porque não queria trabalhar (pensavam os mais distraídos). Uma geração que foi considerada como sendo uma geração rasca, está neste momento a lutar para sobreviver, quem os apelidava de rascas (exceptuando os políticos que tem o seu caminho traçado e perpetuam a sua “linhagem” numa redoma) está neste momento a braços com os mesmos dilemas, as mesmas dificuldades. Por tudo isto espero que 2013 não seja só mais um ano, mas um ano que nos tornaremos mais responsáveis e que critiquemos aqueles que indigitamos para nos governarem em nosso nome.
Temos de parar de “comer” aquilo que a televisão e a restante comunicação social nos vendem, sem se fazer qualquer crítica. Vemos uma notícia e perpetuamos a mensagem sem fazermos uma crítica, somos nós também o veículo dessa mensagem errónea. Se a mensagem vem do nosso “clube”, “Partido” (para quem os tem) está tudo bem, nem pensamos muito qual é a lógica notem que todos somos fazedores de ideias e os que são pagos para o fazerem tem quase sempre “agendas escondidas” pelo que devemos usar a nossa cabeça para pensar, às vezes dá jeito.
Penso que não vai ser um ano fácil, mas teremos de tentar fazer com que seja o menos difícil possível…… Trabalhem muito, divirtam-se outro tanto.
(Fiquei com uma sensação que acabei de pedir uma resolução para 2013)
domingo, 25 de novembro de 2012
Subvenções vitalícias os verdadeiros,
Novamente um tema que nos é
querido e muito polémico, falamos dos políticos que “aparecem na televisão” mas
essa não é a maior realidade, existem muitos mais por esse País foram, basta
recordar aos mais distraídos que eram necessários só 12 anos para garantir a
reforma (até uma altura que Eng. (bacharel)
Sócrates acabou com esta lei após garantir a reforma para si mesmo) e temos
“Democracia” há 38 anos. Estes 12 anos fazem com que muitos Ministros; Presidentes;
Presidentes de camara e vereadores tenham “direito” a estas subvenções. Hora aqui
vem a minha opinião, então mas faz algum sentido este “direito”, a quem o
possui fará mas ao restante povo de certeza que não. Este “direito” é tão mais ridículo que é assinado e garantido pelas
mesmas pessoas que dele beneficiam. No entanto o titulo deste Post trata dos verdadeiros, sim aquelas
pessoas que por infortúnio à nascença ou durante a sua vida devem ter este
direito a uma subvenção. Nos últimos tempos e devido ao fraco crescimento económico,
alteração da demografia, aumento do desemprego etc...estes tem sofrido cortes, enquanto
das subvenções politicas se mantêm (este mantêm é existem e não se mantêm sem
cortes). Para mim não faz qualquer sentido (as subvenções politicas) acho que sim, devem ter direito à reforma da
política mas só quando verdadeiramente se reformarem (aos 65 ou menos com as
devidas penalizações) como os demais! Não me venham dizer que não tem
expressão, não acredito, se cortam nos “desgraçados”, que não tem outros meios é de acabar com um LUXO QUE NUNCA DEVIA TER
EXISTIDO È RIDICULO E NÂO È DEMOCRATICO È PARA UMA ELITE QUE DE ELITE A MAIORIA
TEM MUITO POUCO!
domingo, 11 de novembro de 2012
O risco de pensarmos que somos maiores que as instituições que representamos.
Este erro é tanto maior, quanto maior é uma instituição,
vejamos o exemplo dos Países onde muitas vezes os seus dirigentes se tentam
“substituir” ao País (por exemplo ao falarmos de José Eduardo dos Santos pensamos
em Angola, Kadhafi e pensamos na Líbia, Putin Rússia e por ai adiante). Todos eles cometem um erro, ignorar a história,
sempre que uma pessoa se tenta-se substituir a um País e ao seu povo o seu fim será tão mais trágico quanto seu
comportamento para
chegar ao comando e se manter no ativo. Sim, escrevo ativo, porque todos eles terão
um fim, quanto mais não seja porque biologicamente o corpo a isso nos obriga,
ficaremos mais frágeis e assim há de alguém aproveitar para fazer a mudança. Um
bom exemplo é a Rainha de Inglaterra, esta representa sempre o País e nunca a
Rainha mantêm-se no poder e ai ficará enquanto se comportar desta maneira (ela
ou outro monarca da sua linhagem)! Os dirigentes, prefiro eu pensar que por descuido, colocam as instituições em
risco, pensem na Sra. Isabel Jonet que ao proferir as barbaridades que proferiu
colocou a instituição em risco e todo um projeto (embora ache que tem feito um excelente trabalho), as redes
sociais promovem bestas ou “trituram” um bom trabalho, com base em pequenos
feitos ou deslizes. É por pensar que as instituições
são maiores do que as pessoas que as dirigem vou continuar doar para o banco
alimentar tal como o tenho feito até agora! Dirigentes recordem-se sempre que ao servir os princípios
de um povo ou as regras e objetivos de uma determinada Instituição fazem com
que esta se torne mais forte e dai se tirem mais dividendos (sejam eles monetários
ou outros, para o próprio ou para terceiros). Sempre que alguém se serve de um País ou instituição tem sempre o mesmo fim, enfraquece
a instituição e enfraquecesse a si próprio, a historia acabara por os julgar se
os tribunais não o fizerem.
quarta-feira, 10 de outubro de 2012
Alguns dos Porquês ….. Burocracia…
Um tema muito atual quando
falamos de diminuição da despesa do Estado. Porque existe a burocracia e quem
dela beneficia? Desde logo a burocracia tem o “mérito” de ser geradora de emprego
o “carimbo” o “papel” necessário. Esta cria uma estrutura que necessita de
recursos humanos; físicos e materiais que, para se manter consome tudo à sua
volta de uma forma ciclónica, puxando tudo e todos para o olho do furação, tornando-se
gigantesca e lenta. Esta massa lenta e absorvente que tudo prende faz com que
surja a necessidade de um facilitador
(Plim, som
de fundo que surge após a palavra). Quem é este facilitador? Nada mais nada
menos que um dos intervenientes na geração desta massa lenta, ao conhecer os “cantos”
da casa sabe como os contornar e galgar para isso cria uma empresa de prestação
de serviços sendo pago principescamente por simplificar os processos (vejam
onde estão a grande maioria dos nossos legisladores e “fazedores” de regras).
Toda esta estrutura pouco lean (*) gerando uma teia que dificulta a deteção de
irregulares, e assim criando “dependências” e “rabos presos” que alimentam o próprio
sistema. A eliminação da burocracia implica
o sair da caixa e procurar novas
formas de gerar receita, algo para que a maioria das nossas “elites” não estão preparadas, e só se alimentam do estado.
As mesmas elites que nos indicam o caminho de dizem é necessário inovar, no
entanto inovar implica acabar com a
burocracia que habita nos nossos cérebros.
(*)- Lean, termo muito usado na
industria que significa simplificação ou processo de simplificação, ver (Lean manufacturing)
.
quarta-feira, 26 de setembro de 2012
Contratos Públicos e PPPs.
Cada vez mais penso que o que
este País necessita não de uma nova
economia ou criação de emprego, (e agora os
mais atentos dirão que tem esta frase a ver com o titulo, ou este tipo enlouqueceu
de vez) mas sim de uma justiça eficaz e um Ministério Publico
eficaz e eficiente (agora
dirão, ahhahaha!). Nunca percebi o porquê de os contratos públicos não
serem públicos, então se são contratos públicos, pelo menos a génese devia ser conhecida
ficando o detalhe guardado. Mas não, em Portugal nada se conhece e o que se
conhece até preferíamos desconhecer. O Tribunal de Contas não recebe os
detalhes dos contratos, os protagonistas
escondem milhões que depois aparecem em anexos e adendas e não se passa
nada e quando se passa não dá em nada.
Caso a justiça funcionasse estes casos que vem a lume das PPPs não existiriam,
mas como é necessário pagar campanhas políticas…. Os juízes recebem bons
salários para serem independentes e depois não o são, quando se trata de causa própria
(exemplo dos subsídios e das reformas) são rapidíssimos
na decisão (embora eu até possa concordar em
parte com a decisão). Caso a justiça funcionasse o capital ver-se-ia obrigado a investir na indústria
e não no quem tem investido ao colo do Estado, em monopólios que geram
pouco crescimento. Caso se vissem “obrigados” a gerar a sua própria riqueza fariam
crescer a economia e assim geravam emprego. Os políticos ainda não perceberam
que fazendo enriquecer o País também eles enriquecem. Esperemos que exista petróleo
perto do beato ou …..
quinta-feira, 20 de setembro de 2012
A Importância das Manifestações….
Este tema está muito atual por
força da última manifestação de 15 de setembro em que Portugal saiu para a rua revindicando
algo que é seu. As manifestações têm como grande mérito o facto de lembrarem a
classe politica que estão a ser observados no seu dia-a-dia e efetivamente o
Povo tem uma palavra a dizer, os políticos
são só os seus mandatários, uma vez que é ingovernável participarem todos efetivamente.
Não sou a favor da anarquia, pois em
cada cidadão existe um ditadorzinho em potência, mas este ajudar os políticos
nas suas decisões gosto muito. Não sou a favor de muitas manifestações mas, que
a nossa classe politica nos tem dado razões para tal, tem. Pena é que nos
tempos do Eng. António Guterres, quando se assinaram as primeiras PPP (e já na
altura alguém disse que era um disparate) não se tenha ido para a rua a pedir
esclarecimentos, talvez se evitasse um erro deste tamanho. As manifestações por
norma marcam uma viragem de políticas e um recentramento dos políticos, vamos
ver no que esta vai dar. Devíamos lutar com a mesma força por um sistema
judicial efetivo e eficiente, mas como muitos de nós vê esse ponto como algo
distante não é tão mobilizador, mas os ganhos seriam muitos…., vamos ver onde
nos leva esta onda.
È com orgulho que digo, participei nesta manifestação que transmitiu
uma mensagem forte …
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